Samsung Galaxy com Android 1.6

R_the_alien | Quarta-feira, 18 de Agosto de 2010 | Android e Samsung Galaxy | Ninguém Comentou

Desde que eu comprei meu Galaxy uma enxurrada de modelos da própria Samsung apareceram. Na época eram o Galaxy (I7500) e o Galaxy Lite (I5700), mas desde então já temos o Galaxy 3 (I5800), o Galaxy 5 (I5500) e finalmente o top Galaxy S (I9000).

O meu aparelho é o Samsung Galaxy I7500 e o surgimento dos outros modelos citados acima explicou a total falta de interesse da fabricante fornecer suporte para atualização do sistema operacional. O aparelho veio com o Android 1.5 e permaneceria no mesmo até o momento se não fosse pela atitude dos usuários de correr atrás e fazer a atualização do sistema por conta própria através de programas de terceiros.

O fato é que a Samsung liberou uma atualização europeia do sistema para quem mora no velho continente, mas para quem tem o aparelho aqui em terras tupiniquins tal atualização não vai aparecer já que não é jogo atualizar um celular que tem tantos parentes circulando pelas lojas, alguns com a versão 2.1 do Android, então Samsung, ponto negativo para você.

Mas não perca as esperanças ainda, já que o Android é um sistema livre, baseado em linux e tudo mais, existe uma grande comunidade que se dedica a desenvolver e portar versões do sistema. Desse modo você por sua conta e risco pode atualizar seu aparelho para a versão 1.6 europeia, ou até mesmo para versões mais recentes que ainda estão sendo devidamente portadas (se não me engano, na versão 2.1 ainda não funciona a câmera do celular). › Continue lendo…

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Jogo Justo: Eu apoio!

R_the_alien | Sexta-feira, 30 de Julho de 2010 | Jogos | 6 Comentários

Desde que eu me entendo por gente eu estou com um vídeo-game por perto, tanto que das poucas coisa que lembro de quando era muito pequeno é do Atari lá de casa. Depois vieram o Turbo Game, Master System, Super Nintendo e Nintendo 64 seguido por um hiato (e alguns portáteis) e finalmente um PS3.

Na época do Master System eu já consegui entender um pouco as coisas e é foi a época que eu começava a pedir jogos para os meus pais, mas nem sempre dava certo ficando então as datas de aniversário, dia das crianças e Natal como estratégias para conseguir tal objetivo (incluindo a tática de dizer que podia ser o presente de aniversario e Natal juntos) e foi exatamente nessa época que eu comecei a ter noção de que o valor de um jogo era abusivo.

Minha mãe havia trabalhado como professora no passado e utilizava o seguinte argumento: “Olha o preço desse jogo, é praticamente o salário de uma professora. Já imaginou trabalhar o mês todo e gastar em um jogo?“. A partir daí uma coisa estava decidida em minha vida: Eu não seria professor!

O hiato que passei após o Nintendo 64 foi justamente por motivos financeiros, estava no ensino médio, não tinha como sustentar minha paixão gamer e meus pais não tinham condições de bancar já que a cada geração os preços vão aumentando e os gastos também, logo fiquei de fora, embora nunca totalmente porque comprava várias e várias revistas, sonhava vendo as fotos de cada jogo lançado, lia sobre novidades, projeto Revolution, tentava explorar os games do PC, sonhava trabalhar com a criação de games, enfim não jogava, mas participava desse mundo que sempre gostei.

Hoje em dia, muita coisa se passou, trabalho (não como professor) e tenho condições de jogar novamente e sentir na pele aquele argumento usado pela minha mãe há muito tempo atrás. Sim, o preço dos jogos é absurdo nesse nosso país. Grande parte do problema é devido aos impostos que não ajudam nem um pouco e é ai que aparece o grande motivo desse texto, alguém ai conhece o Projeto Jogo Justo?

Jogo Justo

Jogo Justo

O Jogo Justo visa reduzir os impostos nos games importados, tornando-os mais acessíveis e assim, combatendo diretamente a pirataria no País, abrindo mais interesses nesse setor e também frentes de trabalho nessa área, ainda pouco explorada.

Nesse projeto conto com uma equipe de todas as áreas dos games para poder demonstrar o quanto é importante e o quanto todos nós podemos ganhar com uma efetiva redução nos impostos para o setor.

fonte: http://www.jogojusto.com.br

Bom resumindo é isso, com a diminuição dos impostos os jogos ficarão mais baratos, com os jogos mais baratos mais gente compra e aquece o mercado. Com o mercado aquecido, as empresas vão ter que produzir mais (tanto lá fora, quanto as nacionais que hoje em dia só exportam) gerando mais empregos. Com a geração de mais empregos as instituições de ensino vão ter que lançar melhores profissionais no mercado, além é claro de mais pessoas terão capacidade de comprar, o que aquece ainda mais o mercado.

Ou seja é um ciclo e nesse ciclo todos tem a ganhar, seja eu, seja você, seja o empresário ou o governo, todos ganham. Espalhe a idéia!

Quer saber mais sobre o projeto? Acesse o site: http://www.jogojusto.com.br. Ouça também os seguintes podcasts:

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Scott Pilgrim [1-6]

R_the_alien | Quarta-feira, 21 de Julho de 2010 | Livros | 3 Comentários

Se você foi (ou é) um adolescente que passava seus dias jogando vídeo-games, ouvindo música, lendo quadrinhos, vendo filmes ou seja absorvendo toda essa cultura pop/nerd, provavelmente você tinha um sonho, provavelmente você sempre quis ter uma banda, morar em algum lugar que só precisasse de ter uma TV e um vídeo-game para você ser feliz, derrotar vilões por aí. Tá, essa foi a minha vida e os meus sonhos e essa é basicamente a vida de Scott Pilgrim.

Scott Pilgrim é um canadense de aproximadamente 24 anos, preguiçoso, anti-herói, roqueiro de garagem, gamer, que vive em Toronto em um pequeno apartamento praticamente sem móveis junto com um amigo gay (na mesma cama, pois não tem dinheiro para comprar outra), tocando baixo na banda “Sex Bob-OMB“. Ele se apaixona pela entregadora de encomendas Ramona Flowers, mas deve derrotar os sete “ex-namorados do mal” dela, para poder ficar com ela.

O que me faz gostar dessa HQ é exatamente ela de certa forma representar esse sonho da adolescência descrito ali em cima sem a menor vontade ser realista, mas também sem a menor vontade de ser absurdo, ou seja as coisas são apresentadas sempre com naturalidade como se o fato de alguem ter super poderes fosse encarado com uma cara de susto seguida por um levantar de ombros que indicam algo do tipo “Ah, tanto faz, a vida segue“.

Os elementos dos games estão em todo lugar, desde os personagens jogando em seu apartamento, até em discussões sobre alguma coisa e até mesmo nas lutas que aparecem durante a história. Tem alguma dúvida de que games aparecem no meio da historia? Da uma olhada na imagem abaixo.

Scott Pilgrim - Sonic Style

Scott Pilgrim - Sonic Style (Sim, é um papel de parede, pode baixar)

Os traços dos desenhos não são os melhores e provavelmente por isso a revista passou despercebida por muita gente que, assim como eu, só foram correr atrás após os excelentes traillers de divulgação do longa metragem que esta sendo produzido. No inicio o desenho me incomodou bastante me fazendo até ficar confuso em certas partes da história (pode ser dado crédito também ao fato de eu estar lendo pelo celular), mas com o tempo eu me acostumei e até acho que esse estilo de traço ajuda a compor a comédia da história.

A historia é desenvolvida em 6 volumes e apresenta toda a saga da luta de Scott contra os ex-namorados de Ramona acabando justamente com a derrota do ultimo, ou seja ele se propões a contar uma historia e faz isso sem muita enrolação e sem se preocupar em deixar coisas abertas para uma futura seqüência, o que hoje em dia é raro e que aumenta mais ainda a minha admiração pela obra.

Eu li as revistas em inglês, já que toda a saga ainda não está disponível no Brasil, mas já encontrei a primeira edição traduzida pela internet a fora. Recomendo muito a leitura de Scott Pilgrim, mas acho que não é todo mundo que vai conseguir se identificar com a historia toda.

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1 - Não sei porque mas assim que acabei de ler as revistas, tive uma grande vontade de escutar blink-182, bem que eles podiam fazer parte da trilha do filme, mas infelizmente não são.
2 - Após ler a revista os traillers não parecem mais tão impressionantes porque ficamos acostumados com o ambiente, mas ainda quero assistir muito esse filme. Muito mesmo!

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